O Papa Leão XIV manifestou profunda preocupação com a proliferação de sistemas de armas autônomos impulsionados por inteligência artificial. Em seu recente pronunciamento, o pontífice descreveu a tendência como uma perigosa espiral de aniquilação, destacando que a delegação de decisões letais a algoritmos levanta questões éticas fundamentais sobre a responsabilidade humana em conflitos armados. O líder da Igreja Católica enfatizou que o progresso tecnológico não deve se sobrepor à preservação da vida e à dignidade humana.
Além de criticar o desenvolvimento de armamentos autônomos, o Papa aproveitou a ocasião para reiterar apelos por soluções diplomáticas em regiões marcadas por tensões geopolíticas, como o Oriente Médio e a Ucrânia. A declaração reforça a posição da Santa Sé sobre a urgência de estabelecer marcos regulatórios internacionais que garantam o controle humano sobre o uso da força, evitando que o avanço da tecnologia militar comprometa a estabilidade global.
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