A Receita Federal registrou uma queda de 54% nos procedimentos de fiscalização voltados a Pessoas Politicamente Expostas (PPEs) ao longo de 2025. O recuo nas investigações é uma consequência direta da decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, que determinou a suspensão de uma força-tarefa específica que atuava no monitoramento de autoridades. A lista de alvos da Receita incluía parlamentares, ministros de Estado, magistrados e seus respectivos familiares. Com a interrupção das atividades do grupo especial, o ritmo de apurações sobre cargos públicos relevantes foi reduzido, totalizando 1.437 procedimentos no período. A medida levanta debates sobre os limites da fiscalização tributária em relação a agentes públicos e o impacto de decisões judiciais na rotina operacional dos órgãos de controle do Estado.
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