A Fundação Getulio Vargas (FGV) estima que a balança comercial brasileira encerrará 2026 com um superávit entre US$ 72 bilhões e US$ 75 bilhões. O resultado é sustentado pelo forte desempenho das exportações de commodities, que registraram valorização de preços e aumento de volume. Até abril, o país já acumulava um saldo positivo de US$ 24,8 bilhões, um crescimento de US$ 7,5 bilhões em comparação ao mesmo período do ano anterior. A China permanece como o motor central desse fluxo, respondendo por quase metade do superávit apurado. Apesar do otimismo, a projeção está condicionada à estabilidade global. Analistas apontam que tensões no Oriente Médio e possíveis ajustes na política externa dos Estados Unidos sob a gestão de Donald Trump representam variáveis que podem impactar o comércio exterior brasileiro nos próximos meses.
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