O Brasil está posicionado para se tornar o principal mercado emergente, excluindo a China, durante o próximo ciclo econômico. Segundo Augusto Urmeneta, presidente do Bank of America na América Latina, o país atravessa um de seus melhores momentos para atrair capital estrangeiro desde 2011. Esse cenário é sustentado por uma mudança na geopolítica global, marcada por uma maior aproximação dos Estados Unidos com a região, o que fortalece o papel brasileiro como um grande mercado consumidor. Enquanto o investidor internacional demonstra otimismo, o mercado local mantém uma postura mais cautelosa. Para que o fluxo de capital estrangeiro se torne estrutural em vez de apenas tático, a queda dos juros é apontada como o principal catalisador. Contudo, a sustentabilidade fiscal continua sendo o desafio central para o crescimento de longo prazo, independentemente das gestões governamentais.
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