Grandes bancos globais, como Morgan Stanley e JPMorgan, reforçaram seu otimismo em relação ao Brasil, mesmo após o Ibovespa atingir novas máximas, ultrapassando os 193 mil pontos. Este desempenho é atribuído, em parte, ao alívio das tensões geopolíticas entre os Estados Unidos e o Irã, que contribuiu para a estabilização dos preços do petróleo e a redução dos riscos no Estreito de Hormuz.
Os bancos destacam os fundamentos corporativos do Brasil, a exposição a commodities e um valuation atrativo como fatores que posicionam o país favoravelmente entre os mercados emergentes. O Brasil é visto como um mercado de alto beta, beneficiando-se da retomada dos fluxos de investimento estrangeiro. Setores como energia, com empresas como Petrobras e PRIO, e o setor financeiro, incluindo Nubank, Itaú, B3 e BTG, são apontados como áreas de valor. O Morgan Stanley, inclusive, mantém uma exposição acima da média em ações brasileiras em seu portfólio para a América Latina.
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