O JPMorgan e o Itaú BBA identificaram o Brasil como um porto seguro na América Latina, atraindo um "fluxo extraordinário" de capital, mesmo em um cenário global de aversão ao risco. Até 19 de março, o país registrou quase US$ 7 bilhões em entradas de capital, elevando o total acumulado no ano para US$ 9,2 bilhões, o segundo melhor registro histórico. Este desempenho é notável considerando o fortalecimento do dólar e as saídas de capital de outros mercados emergentes.
A queda da taxa Selic em 25 pontos-base para 14,75% pelo Banco Central é apontada como um fator positivo, beneficiando a indústria local e empresas alavancadas. O mercado financeiro, incluindo o Itaú BBA, reforça o otimismo com a região, vendo a América Latina como uma oportunidade estrutural para investimentos. Setores como serviços públicos, concessões, imóveis e bancos tradicionais são preferidos no Brasil, enquanto há cautela com commodities, bens de consumo básico e small caps.
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