XP: varejo não deve se preocupar com fim da taxa das blusinhas
A XP Investimentos minimiza o impacto da possível eliminação da "taxa das blusinhas" para o varejo doméstico, citando resistência do governo e impostos estaduais.
Pontos principais
- A XP Investimentos avalia que o varejo doméstico não deve se preocupar com a possível eliminação da "taxa das blusinhas", imposto federal de 20% sobre importações de até US$ 50.
- Autoridades governamentais, como o vice-presidente Geraldo Alckmin e o Ministério da Fazenda, resistem à derrubada da taxa.
- Mesmo sem o imposto federal, compras internacionais de pequeno valor ainda estariam sujeitas a tributos estaduais (ICMS).
- A XP estima um impacto potencial de até 5% no setor, já precificado nas ações, e reitera a Lojas Renner (LREN3) como uma das principais escolhas.
A XP Investimentos minimiza a preocupação do varejo doméstico com a possível eliminação ou redução da "taxa das blusinhas", o imposto federal de 20% sobre importações de até US$ 50. A análise da corretora aponta que autoridades governamentais, incluindo o vice-presidente Geraldo Alckmin e o Ministério da Fazenda, resistem à derrubada da taxa, e outras prioridades políticas podem adiar a discussão sobre o tema. Mesmo que o imposto federal seja eliminado, as compras internacionais de pequeno valor ainda estariam sujeitas a tributos estaduais (ICMS), limitando o retorno aos níveis pré-Remessa Conforme.
O programa Remessa Conforme visa aumentar a transparência tributária e equilibrar a concorrência entre plataformas internacionais e varejistas domésticos. A XP avalia que varejistas de vestuário estão bem posicionados para competir em produto e preço, estimando um impacto potencial de até 5% no setor, que já estaria precificado nas ações. A Lojas Renner (LREN3) é reiterada como uma das principais escolhas da XP no setor.
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