Um relatório judicial detalhou uma série de irregularidades na gestão financeira da Fictor após 30 dias de monitoramento. Entre as principais falhas apontadas pelos auditores estão a ausência de extratos bancários essenciais e a entrega de balanços contábeis sem as devidas assinaturas. A investigação destacou uma estrutura de governança questionável, na qual contas bancárias da empresa estavam vinculadas diretamente aos CPFs de acionistas, além da realização de transferências via PIX para pessoas físicas registradas como empréstimos a partes relacionadas. A situação ganha relevância diante da falta de explicações da empresa sobre uma baixa contábil de R$ 309,7 milhões. O documento reforça a preocupação com a transparência e a saúde financeira do grupo, que apresenta uma dependência excessiva de créditos internos entre suas subsidiárias.
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