CSN reduz prejuízo para R$ 555 milhões no primeiro trimestre de 2026
A CSN diminuiu seu prejuízo líquido para R$ 555 milhões, enquanto a subsidiária CSN Mineração reverteu o resultado negativo e lucrou R$ 222 milhões.
Pontos principais
- O prejuízo líquido consolidado da CSN caiu para R$ 555 milhões, uma redução de 24,2% na comparação anual.
- A CSN Mineração reverteu o prejuízo do 1T25 e registrou lucro líquido de R$ 222 milhões no primeiro trimestre de 2026.
- O Ebitda ajustado da holding somou R$ 2,646 bilhões, enquanto a unidade de mineração atingiu R$ 1,420 bilhão.
- A dívida líquida consolidada da CSN encerrou o período em R$ 40,5 bilhões, com alavancagem de 3,36 vezes.
- A CSN Mineração elevou seus investimentos em 14,3% no comparativo anual, focando em projetos estruturantes como a P15.
A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) apresentou resultados mistos no primeiro trimestre de 2026, reportando um prejuízo líquido de R$ 555 milhões, o que representa uma redução de 24,2% em relação aos R$ 732 milhões registrados no mesmo período de 2025. O desempenho operacional foi sustentado por um crescimento de 5,5% no Ebitda ajustado da holding, que somou R$ 2,646 bilhões, apesar da receita líquida ter recuado 2,8%, totalizando R$ 10,6 bilhões. A empresa mantém R$ 14,6 bilhões em caixa e reforça que o plano de venda de ativos segue como pilar central para o processo de desalavancagem.
Em paralelo, a subsidiária CSN Mineração apresentou um desempenho positivo ao reverter o prejuízo do ano anterior e registrar lucro líquido de R$ 222 milhões. Embora a receita líquida da mineradora tenha recuado 7,2% para R$ 3,165 bilhões, a empresa destacou a resiliência do mercado de minério de ferro diante das incertezas globais. A unidade também intensificou sua estratégia de crescimento, elevando o capex em 14,3% para viabilizar projetos estruturantes, como a expansão da P15, enquanto conseguiu reduzir sua dívida líquida em 5,8% frente ao trimestre imediatamente anterior.
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