Milhares de manifestantes tomaram as ruas de Buenos Aires para protestar contra a política orçamentária do governo de Javier Milei para as universidades públicas. O movimento critica o descumprimento de uma lei de financiamento aprovada pelo Congresso em 2025, que previa a recomposição de verbas e o reajuste salarial dos professores. Segundo entidades de classe, a defasagem salarial já atinge 33%, deixando muitos docentes com rendimentos abaixo da linha da pobreza. A crise financeira no setor educacional tem gerado impactos diretos na infraestrutura, na manutenção de bolsas de estudo e no desenvolvimento de projetos de pesquisa científica. Diante da resistência do governo em liberar os recursos previstos na legislação, o setor acadêmico aguarda uma possível intervenção da Suprema Corte argentina para garantir a continuidade das atividades universitárias e a valorização dos profissionais da educação.
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