O Goldman Sachs divulgou relatório projetando um desempenho robusto para o setor de distribuição de combustíveis no segundo trimestre de 2026. Segundo a instituição, a política de preços da Petrobras, que mantém os valores praticados abaixo da paridade de importação, continua sendo o principal motor para a expansão das margens das empresas locais. Nesse cenário, o banco elevou as estimativas de Ebitda ajustado para a Vibra e a Ultrapar para o triênio 2026-2028. A Vibra segue como a preferida dos analistas, mantendo recomendação de compra, enquanto a Ultrapar mantém uma postura neutra. Além disso, o banco destacou que a exposição da Ipiranga ao trading de combustíveis é um fator de atenção relevante, considerando as incertezas geopolíticas decorrentes do conflito no Oriente Médio, que podem impactar a dinâmica do mercado global de energia.
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