Um estudante de medicina da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio) firmou um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com o Ministério Público Federal (MPF) para reparar a ocupação indevida de uma vaga destinada a cotas raciais. O acordo prevê o pagamento de R$ 720 mil, divididos em 100 parcelas, além da obrigatoriedade de participação em um curso de letramento racial. Os recursos serão revertidos para bolsas de estudo voltadas a alunos negros e iniciativas de combate ao racismo na instituição. O caso marca a terceira reparação do gênero na Unirio, totalizando mais de R$ 2 milhões em acordos firmados pelo MPF. Como medida adicional de compensação histórica, a universidade estabeleceu a reserva de 35% das vagas em seus futuros concursos para docentes a candidatos negros, reforçando as políticas de equidade racial no ambiente acadêmico.
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