O Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC) manteve a condenação do médico Ricardo Chagas Bassan e do ex-assessor parlamentar Selmir Paulo Bodanese por um esquema de "fura-fila" no Sistema Único de Saúde (SUS). A decisão da 1.ª Câmara Criminal confirmou que os réus cobravam R$ 300 de pacientes para agilizar cirurgias eletivas, emitindo laudos falsos de emergência.
Selmir Paulo Bodanese foi condenado a cinco anos de prisão em regime semiaberto, enquanto Ricardo Chagas Bassan recebeu pena de três anos em regime aberto, ambos por corrupção passiva. A investigação, parte da Operação Emergência, revelou que os pacientes eram cooptados e levados a consultas particulares para, em seguida, terem seus casos classificados indevidamente como urgência, burlando a fila de espera do SUS em Faxinal dos Guedes. Os réus negaram as acusações, mas seus recursos foram negados por unanimidade.
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