Conselho de Ética da Alesp rejeita suspender mandato de Lucas Bove
O colegiado votou contra a suspensão de 30 dias do deputado, acusado de violência política de gênero contra a deputada Mônica Seixas.
Pontos principais
- O Conselho de Ética da Alesp rejeitou o pedido de suspensão por 5 votos a 2.
- A acusação envolve episódios de agressividade ocorridos em setembro de 2025.
- A defesa de Bove argumentou que as ações estão protegidas pela imunidade parlamentar.
- Uma nova proposta de punição será apresentada pelo deputado Eduardo Nóbrega na próxima semana.
- Bove também responde a processos judiciais por violência doméstica contra sua ex-esposa.
O Conselho de Ética da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) decidiu, por 5 votos a 2, não suspender o mandato do deputado Lucas Bove. O parlamentar é alvo de uma representação por violência política de gênero movida pela deputada Mônica Seixas, após episódios de desqualificação e agressividade registrados durante uma sessão em setembro de 2025. O relator do caso, Emídio de Souza, havia recomendado uma suspensão de 30 dias, mas a maioria dos membros do colegiado divergiu da proposta. A defesa de Bove sustentou que as condutas estariam amparadas pela imunidade parlamentar, negando qualquer intenção discriminatória. O caso segue em tramitação na Casa, com uma nova proposta de sanção prevista para ser apresentada pelo deputado Eduardo Nóbrega na próxima semana. Paralelamente, Bove enfrenta processos judiciais na esfera cível por acusações de violência doméstica contra sua ex-esposa, Cíntia Chagas.
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