A Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) iniciou um processo disciplinar contra o deputado Lucas Bove (PL) por agressões de gênero contra a deputada Mônica Seixas (PSOL), podendo levar à cassação de seu mandato.
A Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) deu início a um processo disciplinar contra o deputado Lucas Bove (PL), após o Conselho de Ética aprovar por unanimidade a representação da deputada Mônica Seixas (PSOL). A acusação se refere a agressões de gênero proferidas por Bove durante uma discussão em plenário, onde ele se exaltou, gritou e bateu na mesa, resultando na suspensão da sessão. Este processo pode culminar na cassação do mandato do parlamentar.
O caso ganha relevância adicional pelo fato de Lucas Bove já ser réu em um processo de violência doméstica, embora as representações relacionadas a este caso na Alesp não tenham sido apreciadas. O deputado Emídio de Souza (PT) foi designado como relator do processo no Conselho de Ética. As sanções possíveis variam desde uma advertência até a suspensão temporária ou a cassação do mandato, esta última exigindo votação em Plenário após a conclusão do processo disciplinar.