Uma análise recente da Bloomberg revelou que a China está acelerando a expansão de seu arsenal de mísseis, apoiada por uma vasta rede de aproximadamente 80 empresas. Esse crescimento é impulsionado por uma política de integração entre os setores civil e militar, que tem gerado receitas recordes para a indústria de defesa chinesa. O avanço ocorre em um cenário de vulnerabilidade estratégica para os Estados Unidos, que enfrentam uma redução significativa em seus próprios estoques de armamentos. A diminuição das reservas americanas é atribuída ao envolvimento prolongado do país na guerra contra o Irã, sob a gestão do presidente Donald Trump. Essa disparidade na capacidade de reposição de suprimentos militares coloca em evidência um desafio crescente para a segurança global, à medida que a China consolida sua infraestrutura industrial voltada para a produção bélica em larga escala.
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