A BYD traçou um plano ambicioso para se tornar a líder do setor automotivo brasileiro até 2030, mirando um volume de 600 mil unidades vendidas por ano. Segundo o vice-presidente sênior da montadora, Alexandre Baldy, o crescimento acelerado da marca, que atingiu a 8ª posição no ranking de vendas em 2025, reflete uma estratégia agressiva de preços e a consolidação da produção local. A fábrica em Camaçari, na Bahia, é apontada como o motor dessa expansão, servindo como base para atender tanto o mercado interno quanto a demanda da América Latina.
Em meio à rápida ascensão, a BYD tem enfrentado críticas de concorrentes e da Anfavea, que Baldy classificou como uma reação motivada pelo medo. A montadora defende a adoção do regime de montagem SKD como uma etapa necessária para viabilizar investimentos industriais de grande escala no Brasil, enquanto promete mitigar preocupações sobre a infraestrutura de recarga com a instalação de novos carregadores ultrarrápidos.
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