A pastora Helena Raquel, figura de destaque no cenário religioso brasileiro por suas denúncias contra a violência sexual, reafirmou sua intenção de manter uma postura apartidária nas próximas eleições presidenciais. Em um momento de forte polarização política no país, a liderança religiosa defende que sua missão deve transcender as divisões entre direita e esquerda, evitando o alinhamento com qualquer candidatura. A relevância de sua posição é evidenciada pelo fato de ter conseguido um raro ponto de convergência entre a primeira-dama Janja Lula da Silva e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, que reconheceram a importância de seu trabalho social. Ao recusar o engajamento político partidário, a pastora busca preservar a autonomia de sua atuação e o foco em pautas que considera prioritárias para sua comunidade, distanciando-se das disputas eleitorais que dominam o debate público atual.
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