Uma pesquisa realizada pelo George Institute for Global Health revelou que a maioria das alegações de sustentabilidade e naturalidade presentes em embalagens de alimentos de supermercados funciona apenas como estratégia de marketing. Ao avaliar mais de 27.000 produtos em grandes redes varejistas, como Coles, Woolworths e Aldi, os pesquisadores constataram que tais rótulos carecem de verificação científica rigorosa. Em diversos casos, itens comercializados com apelo ambiental apresentaram níveis de emissões superiores aos de produtos convencionais que não ostentam selos especiais. A ausência de critérios técnicos padronizados para o uso desses termos dificulta a escolha consciente do consumidor, que muitas vezes é induzido a acreditar em benefícios ambientais inexistentes. A conclusão do estudo destaca a necessidade de maior transparência e regulação no setor alimentício para evitar o chamado 'greenwashing' nas prateleiras.
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