O Brasil registrou sete casos e um óbito decorrente de hantavírus em 2026, mantendo os números dentro da média histórica de incidência da doença no país. Os registros ocorreram nos estados de Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. Autoridades de saúde reforçam que a transmissão ocorre principalmente pelo contato com secreções de roedores infectados, sendo a propagação entre humanos um evento raro. A taxa de letalidade da síndrome cardiopulmonar por hantavírus nas Américas oscila entre 20% e 40%. Paralelamente, a Organização Mundial da Saúde (OMS) esclareceu que o surto do vírus Andes identificado no cruzeiro MV Hondius não representa o início de uma pandemia, tratando-se de um evento isolado sem relação direta com os casos confirmados em território brasileiro.
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