A Rússia celebrou o Dia da Vitória, feriado nacional que homenageia a derrota da Alemanha nazista na Segunda Guerra Mundial, com o tradicional desfile militar na Praça Vermelha, em Moscou. A cerimônia contou com a presença do presidente Vladimir Putin e de líderes estrangeiros, em um evento marcado por um esquema de segurança rigoroso. Diferente de edições anteriores, a exibição militar foi realizada em escala reduzida, com a notável ausência de armamento pesado, o que gerou especulações sobre a atual estratégia de projeção de poder do Kremlin. Correspondentes internacionais, como Steve Rosenberg, destacaram um tom visivelmente mais silencioso e contido nas celebrações, refletindo o clima de instabilidade geopolítica que cerca o governo russo.
Para garantir a tranquilidade durante as festividades, um cessar-fogo de três dias, mediado pelos Estados Unidos, foi estabelecido. A iniciativa buscou mitigar riscos de segurança e evitar possíveis tentativas de interrupção durante o evento. A data permanece central no calendário político e patriótico do país, sendo utilizada para reafirmar a memória histórica do conflito sob um ambiente de vigilância intensificada e diplomacia cautelosa.
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