O Bradesco divulgou lucro líquido recorrente de R$ 6,8 bilhões no primeiro trimestre de 2026, um valor que superou ligeiramente as expectativas do mercado e representou um aumento de 16% em comparação com o mesmo período do ano anterior. Apesar do resultado positivo, as ações BBDC4 do banco registraram uma queda de quase 4% no pregão, refletindo a cautela dos investidores.
A desvalorização das ações foi atribuída a sinais de pressão na qualidade de crédito, ao consumo de capital e ao crescimento das provisões para inadimplência, conforme observado por analistas de mercado. A maior exposição do banco a setores considerados voláteis também gerou preocupação. Embora a rentabilidade e a eficiência operacional tenham mostrado recuperação, com as receitas crescendo 14% e o segmento de seguros apresentando um aumento de 13% no lucro líquido, o aumento da inadimplência na carteira de crédito de 15 a 90 dias gerou preocupações. A reorganização da BradSaúde, no entanto, é vista como um ponto positivo para os índices de capital do banco.
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