A Justiça de São Paulo decretou novamente a prisão de Ubiratan Antônio da Cunha, presidente afastado da UPBus, e de um sócio, por envolvimento em organização criminosa e lavagem de dinheiro na Operação Fim da Linha.
A Justiça de São Paulo decretou novamente a prisão de Ubiratan Antônio da Cunha, presidente afastado da empresa de transporte UPBus, e de um sócio. Ambos são investigados por envolvimento com organização criminosa e lavagem de dinheiro no âmbito da Operação Fim da Linha, que apura a ligação entre empresas de ônibus e a facção criminosa PCC. As prisões ocorrem após o Ministério Público recorrer de uma decisão que havia libertado os investigados em janeiro.
A Operação Fim da Linha, deflagrada em 2024, busca desarticular um esquema de lavagem de dinheiro do PCC utilizando o sistema de transporte público. O Ministério Público revelou que mais de R$ 20 milhões de origem ilícita foram injetados em uma cooperativa que posteriormente se tornou a UPBus, facilitando sua participação em concorrências. Em resposta às investigações, a prefeitura de São Paulo já retirou a UPBus do sistema de ônibus e transferiu a concessão para a empresa Alfa RodoBus.
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