A proposta de delação premiada do empresário Roberto Augusto Leme da Silva, conhecido como Beto Louco, foi rejeitada pelo procurador-geral de Justiça de São Paulo, Paulo Sérgio de Oliveira e Costa. A decisão foi motivada pela omissão de informações cruciais sobre a atuação do PCC (Primeiro Comando da Capital) e pela ausência de menções a políticos no depoimento.
Beto Louco é um dos alvos da Operação Carbono Oculto, que investiga crimes relacionados a organizações criminosas. A recusa da delação sinaliza que as autoridades consideraram o conteúdo apresentado insuficiente ou incompleto para os termos de um acordo de colaboração premiada.
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