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Ministros do TST discutem sobre divisão entre 'azuis e vermelhos'

Uma discussão acalorada entre o presidente do TST e o ministro Ives Gandra Filho marcou uma sessão após a viralização de uma fala sobre a divisão de juízes.

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Foto: G1 Política
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05/05 às 00:01

Pontos principais

  • O presidente do TST, Vieira de Mello Filho, e o ministro Ives Gandra Filho protagonizaram um bate-boca durante sessão.
  • A discussão foi motivada pela fala de Vieira de Mello Filho sobre a divisão de juízes em 'azuis e vermelhos' no TST.
  • A terminologia 'azuis e vermelhos' refere-se a magistrados com visões distintas sobre o direito trabalhista.
  • Vieira de Mello Filho defendeu sua fala, afirmando que buscava defender a Justiça do Trabalho.
  • Ives Gandra Filho reconheceu as diferentes visões, mas criticou o 'juízo moral' sobre a divisão e defendeu uma postura legalista.

Uma sessão do Tribunal Superior do Trabalho (TST) foi palco de uma discussão acalorada entre o presidente da Corte, Vieira de Mello Filho, e o ministro Ives Gandra Filho. O embate ocorreu após a viralização de uma fala de Vieira de Mello Filho sobre a existência de uma divisão entre juízes 'azuis e vermelhos' no tribunal, que se refere a magistrados com visões mais liberais ou intervencionistas, legalistas ou ativistas em relação aos direitos trabalhistas.

Vieira de Mello Filho defendeu sua declaração, afirmando que seu objetivo era proteger a Justiça do Trabalho e que a polarização teria sido iniciada por Ives Gandra Filho. Por sua vez, Ives Gandra Filho reconheceu a existência de diferentes perspectivas dentro do tribunal, mas criticou o que chamou de 'juízo moral' sobre a divisão e defendeu uma abordagem estritamente legalista. A ministra Maria Cristina Peduzzi também se manifestou, criticando a postura dos colegas e ressaltando a importância de uma aplicação imparcial da lei.

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