Uma sessão do Tribunal Superior do Trabalho (TST) foi palco de uma discussão acalorada entre o presidente da Corte, Vieira de Mello Filho, e o ministro Ives Gandra Filho. O embate ocorreu após a viralização de uma fala de Vieira de Mello Filho sobre a existência de uma divisão entre juízes 'azuis e vermelhos' no tribunal, que se refere a magistrados com visões mais liberais ou intervencionistas, legalistas ou ativistas em relação aos direitos trabalhistas.
Vieira de Mello Filho defendeu sua declaração, afirmando que seu objetivo era proteger a Justiça do Trabalho e que a polarização teria sido iniciada por Ives Gandra Filho. Por sua vez, Ives Gandra Filho reconheceu a existência de diferentes perspectivas dentro do tribunal, mas criticou o que chamou de 'juízo moral' sobre a divisão e defendeu uma abordagem estritamente legalista. A ministra Maria Cristina Peduzzi também se manifestou, criticando a postura dos colegas e ressaltando a importância de uma aplicação imparcial da lei.
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