Uma nova legislação que obriga fundos de pensão a alocar investimentos em ativos privados gera preocupações sobre o dever fiduciário e a autonomia dessas entidades.
Uma nova legislação que visa impulsionar a alocação obrigatória de investimentos em ativos privados está gerando conflito com o dever fiduciário dos administradores de fundos de pensão. A medida levanta preocupações sobre a autonomia e a gestão de risco dessas entidades, que são consideradas independentes e não como dinheiro quase-governamental.
Especialistas alertam que a legislação pode comprometer a capacidade dos fundos de pensão de tomar decisões de investimento baseadas unicamente nos melhores interesses de seus beneficiários, introduzindo uma potencial interferência governamental na gestão de investimentos privados.
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