A rejeição de Jorge Messias para uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF) pelo Senado Federal foi motivada pela antecipação da disputa eleitoral, segundo o senador Randolfe Rodrigues, líder do governo no Congresso. Randolfe afirmou que a decisão do Senado não se baseou no currículo ou reputação de Messias, mas sim no cenário político eleitoral, destacando a dificuldade do governo em um Congresso com maioria conservadora e forte presença bolsonarista no Senado.
O senador indicou que o governo já antecipava dificuldades na aprovação de Messias desde novembro, apesar de algumas projeções otimistas. O presidente Lula, ciente do risco de derrota, optou por manter a indicação, exercendo sua prerrogativa. A decisão sobre uma nova indicação para o STF é do presidente, e a disponibilidade de Rodrigo Pacheco para a sabatina pode ser um fator.
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