O Distrito Federal enfrenta um cenário fiscal delicado, com projeções de um déficit de até R$ 4 bilhões até o final de 2026, segundo especialistas. A situação exige ajustes imediatos e reformas estruturais para evitar o agravamento da crise. Entre as medidas sugeridas estão cortes de despesas administrativas, controle de contratos e terceirizações, além da renegociação de contratos.
A fragilidade fiscal do DF é um problema estrutural desde 2015, caracterizado pela baixa disponibilidade de caixa e pelo consumo de quase toda a receita por despesas correntes. A alta porcentagem do orçamento comprometida com pessoal, que atinge 64,6%, limita a capacidade de manobra do governo para investimentos e reação a crises. A situação foi agravada pela crise envolvendo o Banco de Brasília (BRB), que pode gerar um impacto fiscal bilionário e aumentar a pressão sobre os cofres públicos.
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