Apesar dos esforços do governo do presidente Javier Milei para incentivar a população a utilizar contas bancárias e formalizar a economia, muitos argentinos persistem na prática de guardar dinheiro em casa. Essa atitude reflete uma desconfiança histórica no sistema financeiro e na moeda local, enraizada em décadas de crises econômicas e alta inflação que corroeram o poder de compra da população.
Cidadãos como Alejandro Lamas exemplificam essa realidade, mantendo grandes quantias, frequentemente em dólares, guardadas em seus lares. A prática é tão difundida que alguns desenvolveram habilidades para identificar notas falsas. A umidade e o cheiro peculiar das notas guardadas por anos são uma realidade para quem adota essa prática, evidenciando a profundidade dessa cultura de desconfiança cultural.
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