Daily Journal
Daily Journal

Imigrante cubano morre em centro de detenção do ICE na Geórgia

Denny Adán González, imigrante cubano de 33 anos, morreu sob custódia do ICE na Geórgia, em um caso investigado como suicídio, sendo a 18ª morte este ano.

Daily Journal
Foto: G1 Mundo
||
01/05 às 12:06 · atualizado há 2m

Pontos principais

  • Denny Adán González, 33 anos, imigrante cubano, morreu em um centro de detenção na Geórgia.
  • A morte ocorreu no centro de detenção Stewart, de gestão privada, e é investigada como suicídio.
  • Ele foi encontrado inconsciente em sua cela em 28 de abril e declarado morto em menos de uma hora.
  • Esta é a 18ª morte de uma pessoa sob custódia do ICE em 2025, em um contexto de aumento de detenções.
  • González havia sido deportado em 2020 e detido pelo ICE em janeiro de 2026 após uma prisão por agressão doméstica.
  • Defensores dos imigrantes criticam o Centro de Detenção Stewart por sua localização remota e suposto atendimento médico inadequado.

Um imigrante cubano de 33 anos, Denny Adán González, morreu em um centro de detenção de imigração na Geórgia. A morte, que está sendo investigada como suicídio, ocorreu no centro de detenção Stewart, uma instalação de gestão privada operada pela CoreCivic. González foi encontrado inconsciente em sua cela em 28 de abril e declarado morto em menos de uma hora. Esta é a 18ª morte de uma pessoa sob custódia do Immigration and Customs Enforcement (ICE) este ano.

A informação sobre o falecimento de González foi comunicada ao Congresso pelo ICE. O incidente ocorre em um período de intensificação das detenções e deportações de imigrantes pelo governo Trump. González havia entrado nos EUA em 2019, foi deportado em 2020 e cruzou a fronteira ilegalmente novamente em 2022, sendo detido pelo ICE em janeiro de 2026 após uma prisão por agressão doméstica. As mortes de imigrantes sob custódia do ICE atingiram o maior número em duas décadas no ano passado e continuam a aumentar.

Defensores dos imigrantes criticam o Centro de Detenção Stewart por sua localização remota, ambiente restritivo e suposto atendimento médico inadequado. A CoreCivic, empresa que opera o centro, expressou tristeza pela morte e afirmou que sua equipe médica agiu prontamente.

Comentários

Carregando comentários...