A Suzano, empresa brasileira de papel e celulose, reportou uma demanda robusta nos mercados dos Estados Unidos e Europa, mesmo diante de um cenário geopolítico complexo. As exportações de produtos acabados para a Ásia também apresentaram crescimento no primeiro trimestre. Segundo o presidente João Alberto de Abreu, a resiliência do consumo é atribuída à natureza inelástica dos produtos da companhia, que adota uma política de preços flexível, adaptada às realidades de cada região.
A empresa está retomando as exportações para os EUA após uma redução de tarifa e vê a América Latina como um destino natural para a expansão de seus mercados. Para gerenciar a exposição cambial, a Suzano encerrou o primeiro trimestre com uma carteira de hedge de US$ 5,6 bilhões, cobrindo entre 40% e 75% de sua exposição ao dólar. O CFO Marcos Assumpção projeta um ajuste positivo de derivativos e um resultado financeiro favorável no segundo trimestre, caso a estabilidade cambial seja mantida.
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