Suzano aponta demanda mais forte nos EUA e na Europa e desempenho resiliente do setor
A Suzano reporta demanda sólida nos EUA e Europa, crescimento de exportações na Ásia e explora a América Latina como destino, enquanto mantém uma robusta carteira de hedge para gerenciar a exposição cambial.
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30/04 às 13:51
Pontos principais
- A Suzano observa demanda sólida nos mercados dos EUA e Europa, apesar do cenário geopolítico.
- As exportações de produtos acabados para a Ásia demonstraram crescimento no primeiro trimestre.
- O presidente João Alberto de Abreu atribui a resiliência do consumo à natureza inelástica dos produtos da companhia.
- A empresa adota uma política de preços flexível, adaptada às realidades geopolíticas de cada geografia.
- A Suzano retoma exportações para os EUA após redução de tarifa e considera a América Latina como destino natural para ampliação de mercados.
- A carteira de hedge da Suzano fechou o 1T com US$ 5,6 bilhões, cobrindo 40% a 75% da exposição ao dólar.
- O CFO Marcos Assumpção projeta ajuste positivo de derivativos e resultado financeiro no 2T, caso o câmbio se mantenha estável.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
João Alberto de Abreu (presidente-executivo da Suzano)Marcos Assumpção (vice-presidente executivo de Finanças e Relações com Investidores (CFO) da Suzano)
Organizações
Suzano
Lugares
Estados UnidosEuropaÁsiaAmérica LatinaBrasilArgentinaUruguaiParaguai

