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Carta de suicídio de Epstein está sob sigilo judicial há quase sete anos

Uma suposta carta de suicídio de Jeffrey Epstein, encontrada na prisão, permanece sob sigilo judicial em Nova York há quase sete anos, levantando questões sobre sua morte.

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Foto: G1 Mundo
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30/04 às 16:06 · atualizado 19:05

Pontos principais

  • Uma carta de suicídio atribuída a Jeffrey Epstein está sob sigilo judicial há quase sete anos em um tribunal de Nova York.
  • A carta foi encontrada por seu companheiro de cela, Nicholas Tartaglione, após um incidente em que Epstein foi achado inconsciente.
  • Epstein negou ser suicida na época e acusou Tartaglione de agressão, resultando em sua transferência de cela.
  • Tartaglione entregou o bilhete ao seu advogado, e o documento foi lacrado por um juiz federal.
  • Investigadores da morte de Epstein e o Departamento de Justiça afirmam não ter tido acesso ou conhecimento da carta.

Uma suposta carta de suicídio de Jeffrey Epstein, o financista acusado de abuso sexual, permanece sob sigilo judicial em um tribunal de Nova York há quase sete anos. A carta foi encontrada por seu companheiro de cela, Nicholas Tartaglione, em uma prisão de Manhattan, após um incidente em que Epstein foi achado inconsciente. Na ocasião, Epstein negou intenções suicidas e acusou Tartaglione de agressão, levando à sua transferência de cela.

Tartaglione entregou o bilhete ao seu advogado, e o documento foi posteriormente lacrado por um juiz federal. Apesar da existência da carta e do longo período sob sigilo, investigadores da morte de Epstein e o Departamento de Justiça afirmam não ter tido acesso ou conhecimento do conteúdo. O caso Epstein, que envolveu figuras poderosas, gerou diversas teorias da conspiração após sua morte na cadeia, e o Departamento de Justiça divulgou milhares de páginas de investigações sobre os abusos após pressão pública.

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