S&P 500 atinge recorde impulsionado por tecnologia e petróleo
O S&P 500 opera em níveis recordes, apesar das tensões globais, com lucros de empresas de tecnologia e petróleo superando expectativas e discussões sobre a possível nomeação de Kevin Warsh para o Fed.
Pontos principais
- O S&P 500 atingiu níveis recordes, impulsionado por lucros acima do esperado em setores como tecnologia e petróleo.
- A Micron (MU) contribuiu com mais da metade do crescimento de lucros das empresas do S&P 500 desde o início do conflito no Oriente Médio.
- Há especulações sobre a nomeação de Kevin Warsh para a presidência do Federal Reserve por Donald Trump, com propostas de mudanças na política monetária.
- Warsh poderia focar em ganhos de produtividade da IA e alterar a métrica de inflação do Fed.
- Cortes consistentes nas taxas de juros dos EUA são esperados apenas para 2027, devido à inflação e à permanência de Powell no comitê.
O índice S&P 500 alcançou níveis recordes, apesar do cenário de tensões globais, impulsionado principalmente pelos lucros robustos de empresas de tecnologia e petróleo. A Micron (MU), em particular, foi responsável por mais da metade do crescimento dos lucros das companhias do S&P 500 desde o início do conflito no Oriente Médio, demonstrando a resiliência de certos setores. Fundos que seguem tendências de mercado ainda não recompraram todas as posições vendidas, indicando um potencial de alta adicional para o índice.
Paralelamente, o mercado financeiro acompanha as discussões sobre a possível nomeação de Kevin Warsh para a presidência do Federal Reserve por Donald Trump. Warsh é conhecido por suas propostas de reduzir os juros e pode introduzir mudanças na análise econômica do Fed, focando em ganhos de produtividade da inteligência artificial e alterando a métrica de inflação de referência. No entanto, cortes consistentes nas taxas de juros dos EUA são projetados apenas para 2027, devido à inflação persistente e à continuidade de Jerome Powell no comitê.
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