S&P 500 e Nasdaq atingem recordes com otimismo sobre Oriente Médio
Os índices S&P 500 e Nasdaq alcançaram novos recordes, impulsionados por esperanças de trégua no Oriente Médio e dados econômicos positivos, apesar de preocupações pontuais.
Pontos principais
- Os índices futuros dos EUA, incluindo S&P 500 e Nasdaq, registraram alta, com o S&P 500 ultrapassando 7.000 pontos e ambos renovando recordes de fechamento.
- O presidente Donald Trump expressou otimismo sobre o fim da guerra com o Irã e um possível cessar-fogo entre Líbano e Israel, indicando que Teerã busca um acordo.
- Mercados europeus subiram, impulsionados pelo crescimento do PIB do Reino Unido, que superou as expectativas.
- O PIB da China cresceu 5% no primeiro trimestre de 2026, contribuindo para o otimismo global.
- A PepsiCo teve alta de 2,28% após superar as expectativas de lucro e receita no primeiro trimestre.
Os índices futuros dos EUA, incluindo o S&P 500 e o Nasdaq, operam em alta, com o S&P 500 atingindo um novo recorde ao superar 7.000 pontos pela primeira vez, e ambos renovando recordes de fechamento. Esse movimento é impulsionado pelo otimismo em relação a uma possível trégua no Oriente Médio, após declarações do presidente Donald Trump de que o Irã deseja um acordo para encerrar a guerra e a possibilidade de um cessar-fogo entre Líbano e Israel. Além disso, dados econômicos globais positivos contribuem para o cenário favorável.
O sentimento positivo se estende aos mercados internacionais, com as bolsas europeias em alta, beneficiadas pelo crescimento do PIB do Reino Unido acima do esperado. Na Ásia-Pacífico, o Nikkei do Japão também atingiu um recorde, e a China registrou um crescimento de 5% em seu PIB no primeiro trimestre de 2026. A temporada de balanços nos EUA continua, com a PepsiCo registrando alta após resultados positivos, enquanto os preços do petróleo e minério de ferro sobem, reagindo aos sinais de desescalada no Oriente Médio e aos dados econômicos chineses. No entanto, houve preocupações pontuais, como a queda da Alphabet (Google) e de companhias aéreas devido a incertezas sobre custos e demanda de combustível.
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