Cole Tomas Allen foi formalmente acusado de tentativa de assassinato do Presidente Donald Trump e outros crimes federais, podendo enfrentar prisão perpétua. O incidente ocorreu durante o Jantar dos Correspondentes da Casa Branca (WHCA), quando Allen tentou invadir o evento onde o presidente estava presente. Embora o motivo oficial não tenha sido divulgado, um manifesto alegadamente enviado à família de Allen menciona o presidente como "pedófilo, estuprador e traidor". Apesar da rápida ação policial, o manifesto de Allen criticou a "insana" falta de segurança no evento.
Em resposta ao ocorrido, a Casa Branca atribuiu a culpa aos críticos por "demonizar" o presidente e está usando o incidente para justificar a conclusão de um projeto de salão de baile de US$ 40 milhões na Casa Branca. Este evento de segurança ocorre no mesmo dia em que o Rei Charles III do Reino Unido está programado para fazer um discurso no Congresso dos Estados Unidos. O Rei Charles também se encontrará com o presidente, com autoridades britânicas buscando que a reunião no Salão Oval seja fora das câmeras devido a tensões anteriores com Trump, incluindo críticas do presidente à recusa britânica em apoiar ação militar contra o Irã. A visita do Rei Charles também é ofuscada pela conexão de seu irmão, Andrew Mountbatten-Windsor, com Jeffrey Epstein.
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