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Homem é acusado de tentativa de assassinato de Trump em jantar da WHCA

Cole Allen foi acusado de tentativa de assassinato do Presidente Donald Trump após tentar invadir o Jantar dos Correspondentes da Casa Branca, podendo enfrentar prisão perpétua.

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Foto: The Guardian World
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28/04 às 09:09 · atualizado 10:06

Pontos principais

  • Cole Tomas Allen foi acusado de tentativa de assassinato do Presidente Donald Trump e outros crimes federais.
  • O incidente ocorreu durante o Jantar dos Correspondentes da Casa Branca (WHCA), onde Allen tentou invadir o evento.
  • Um manifesto atribuído a Allen descreve o presidente como "pedófilo, estuprador e traidor".
  • A Casa Branca atribuiu a culpa aos críticos por "demonizar" o presidente e usa o incidente para justificar um projeto de reforma.
  • O Rei Charles III está programado para discursar no Congresso dos EUA e terá uma reunião bilateral com o presidente.

Cole Tomas Allen foi formalmente acusado de tentativa de assassinato do Presidente Donald Trump e outros crimes federais, podendo enfrentar prisão perpétua. O incidente ocorreu durante o Jantar dos Correspondentes da Casa Branca (WHCA), quando Allen tentou invadir o evento onde o presidente estava presente. Embora o motivo oficial não tenha sido divulgado, um manifesto alegadamente enviado à família de Allen menciona o presidente como "pedófilo, estuprador e traidor". Apesar da rápida ação policial, o manifesto de Allen criticou a "insana" falta de segurança no evento.

Em resposta ao ocorrido, a Casa Branca atribuiu a culpa aos críticos por "demonizar" o presidente e está usando o incidente para justificar a conclusão de um projeto de salão de baile de US$ 40 milhões na Casa Branca. Este evento de segurança ocorre no mesmo dia em que o Rei Charles III do Reino Unido está programado para fazer um discurso no Congresso dos Estados Unidos. O Rei Charles também se encontrará com o presidente, com autoridades britânicas buscando que a reunião no Salão Oval seja fora das câmeras devido a tensões anteriores com Trump, incluindo críticas do presidente à recusa britânica em apoiar ação militar contra o Irã. A visita do Rei Charles também é ofuscada pela conexão de seu irmão, Andrew Mountbatten-Windsor, com Jeffrey Epstein.

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