A tentativa de assassinato de Donald Trump refere-se a um complô de 2024, no qual o cidadão paquistanês Asif Merchant foi condenado por planejar o assassinato de Donald Trump, Joe Biden e Nikki Haley. O plano, supostamente encomendado pelo Irã como retaliação pela morte de Qassem Soleimani em 2020, foi frustrado quando um informante denunciou as atividades de Merchant. Em março de 2026, Merchant foi condenado por "assassinato por encomenda e tentativa de cometer um ato de terrorismo que transcende as fronteiras nacionais" a mando de autoridades iranianas, embora o Irã negue as acusações.
A tentativa de assassinato de Donald Trump refere-se a um complô descoberto em 2024, no qual um cidadão paquistanês, Asif Merchant, foi condenado por planejar o assassinato do então presidente Donald Trump, do então candidato presidencial Joe Biden e da então candidata Nikki Haley. O plano, supostamente encomendado pelo Irã, visava retaliar o assassinato do comandante militar iraniano Qassem Soleimani em 2020.
O plano de assassinato foi concebido como uma retaliação ao ataque ordenado por Donald Trump em 2020, que resultou na morte de Qassem Soleimani, um comandante militar iraniano. Asif Merchant, um cidadão paquistanês, foi acusado de tentar recrutar indivíduos nos Estados Unidos para executar o complô. Segundo o Departamento de Justiça dos EUA, Merchant viajou para Nova Iorque com o objetivo de contratar assassinos de aluguel. Ele admitiu ter participado do complô com a Guarda Revolucionária Islâmica do Irã, embora tenha alegado que agiu sob coação para proteger sua família em Teerã. Merchant afirmou que, embora não tenha recebido ordens diretas para matar pessoas específicas, seu contato iraniano mencionou os três políticos americanos durante conversas na capital iraniana. O plano de Merchant era que os assassinatos ocorressem após sua saída dos Estados Unidos. Em abril de 2024, uma pessoa contatada por Merchant para auxiliar no complô denunciou suas atividades, tornando-se um informante e impedindo a execução do ataque. Merchant foi preso e se declarou inocente no mesmo ano. O Irã, por sua vez, negou as acusações de que teria como alvo Trump ou outros funcionários americanos. Em março de 2026, Merchant foi condenado por "assassinato por encomenda e tentativa de cometer um ato de terrorismo que transcende as fronteiras nacionais" a mando das autoridades iranianas.