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Diogo Guillen, ex-diretor do BC, é o novo economista-chefe do Itaú

Diogo Guillen, ex-diretor do Banco Central, foi nomeado economista-chefe do Itaú Unibanco, assumindo o cargo em julho de 2026 após período de quarentena.

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Foto: G1 - Economia
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28/04 às 19:04 · atualizado 29/04 às 11:04

Pontos principais

  • Diogo Guillen foi confirmado como o novo economista-chefe do Itaú Unibanco.
  • Ele assumirá a função em 1º de julho de 2026, após cumprir quarentena.
  • Guillen atuou como diretor de política econômica do Banco Central entre 2022 e 2025.
  • Ele possui formação pela PUC-Rio e doutorado pela Universidade de Princeton.
  • Mário Mesquita, atual economista-chefe, deixará o cargo no final de abril, mas continuará como consultor.

Diogo Guillen, ex-diretor do Banco Central, assumirá a posição de economista-chefe do Itaú Unibanco a partir de 1º de julho de 2026, após cumprir o período de quarentena. O anúncio foi feito pelo banco, confirmando a substituição de Mário Mesquita, que deixará a função ao final de abril, mas permanecerá como consultor da instituição. Mesquita esteve à frente das áreas de Macroeconomia e Research do banco por quase dez anos.

Guillen, que atuou como diretor de política econômica do Banco Central entre 2022 e 2025, traz consigo uma sólida formação, incluindo graduação pela PUC-Rio e doutorado pela Universidade de Princeton. Sua experiência anterior também inclui um período na área econômica da Asset do Itaú entre 2015 e 2021, o que reforça sua familiaridade com o banco e o mercado financeiro.

Durante sua passagem pelo Banco Central, Guillen foi um dos últimos diretores indicados no governo Bolsonaro, com mandato fixo de quatro anos devido à autonomia da instituição. Seu trabalho no BC foi marcado por um perfil técnico e foco na formulação de cenários para decisões de política monetária.

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