Banco Central lança MED 2.0 para facilitar devolução de Pix em casos de fraude
O Banco Central implementou o Mecanismo Especial de Devolução 2.0 (MED 2.0) para aprimorar a recuperação de valores em golpes e fraudes com Pix, exigindo adaptação tecnológica das instituições financeiras.
Pontos principais
- O Pix é a principal infraestrutura de pagamentos no Brasil, respondendo por mais da metade das transações.
- O MED 2.0 permite rastrear valores de Pix para além da conta destinatária original, aumentando as chances de recuperação.
- Instituições financeiras precisam operar em tempo real, com alta disponibilidade e baixa latência, para monitorar transações.
- A nova ferramenta exige que a arquitetura tecnológica registre, audite e recupere cada etapa da transação.
- Soluções como a da Stark Infra auxiliam bancos e fintechs a se adequarem aos requisitos do MED 2.0.
O Banco Central do Brasil lançou o Mecanismo Especial de Devolução 2.0 (MED 2.0) para fortalecer o combate a fraudes e golpes envolvendo o Pix, que se consolidou como a principal infraestrutura de pagamentos do país. A nova ferramenta permite o rastreamento de valores para além da conta destinatária inicial, elevando as chances de recuperação de fundos em casos de transações fraudulentas. Essa medida visa proteger os usuários e mitigar os riscos associados ao crescente volume de operações via Pix.
Para atender às exigências do MED 2.0, bancos e fintechs precisam adaptar suas infraestruturas tecnológicas, operando em tempo real com alta disponibilidade e baixa latência. A arquitetura deve ser capaz de registrar, auditar e recuperar cada etapa da jornada da transação, utilizando análise de dados em tempo real para identificar padrões suspeitos. Empresas como a Stark Infra oferecem soluções baseadas em microsserviços e nuvem para auxiliar as instituições financeiras a cumprir essas novas regulamentações, permitindo que foquem no desenvolvimento de produtos e no crescimento do negócio.
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