Um tiroteio durante o jantar anual de correspondentes da Casa Branca gerou caos e resultou na evacuação do presidente Donald Trump e da primeira-dama, que saíram ilesos. Um suspeito, Cole Tomas Allen, de 31 anos, da Califórnia do Sul, foi detido pelas autoridades. O incidente reacendeu o debate sobre a violência política nos Estados Unidos e levantou questões sobre os arranjos de segurança da Casa Branca.
O ataque a Trump trouxe à tona o histórico de violência contra presidentes nos EUA, reabrindo o debate sobre o controle de armas. Quatro presidentes americanos foram assassinados (Lincoln, Garfield, McKinley, Kennedy) e três foram feridos em atentados (Trump, Reagan, Theodore Roosevelt). Em todos os casos de atentados a presidentes, os agressores utilizaram armas de fogo, evidenciando a facilidade de acesso a elas no país. A polarização partidária atual é apontada como um fator que intensifica a violência política, com líderes de ambos os lados sendo criticados por retórica inflamatória. Estudos indicam que uma minoria significativa de americanos justifica a violência para objetivos políticos, mas a maioria rejeita, sendo crucial expressar essa intolerância publicamente.
G1 Mundo • 27 abr, 09:56
BBC Brasil • 27 abr, 09:40
The Guardian World • 27 abr, 03:00
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