Um tiroteio no jantar da Associação de Correspondentes da Casa Branca resultou na detenção de um suspeito e deixou um agente do Serviço Secreto ferido, com o presidente Donald Trump ileso.
Tiros foram disparados durante o jantar anual da Associação de Correspondentes da Casa Branca, no Washington Hilton, resultando em um agente do Serviço Secreto ferido. O presidente Donald Trump e a primeira-dama Melania Trump foram retirados do evento e saíram ilesos, enquanto convidados se abrigavam. Um suspeito foi detido pelas autoridades. Após o incidente, Trump criticou a segurança do local, descrevendo-o como um "prédio não particularmente seguro".
Este incidente é o mais recente em uma série de ameaças e tentativas contra o presidente, que se estendem desde sua primeira campanha presidencial. O histórico inclui duas tentativas de assassinato em 2024, que revelaram falhas na segurança do Serviço Secreto, além de outros incidentes como um atirador em um comício na Pensilvânia e um homem com um rifle no Trump International Golf Club na Flórida. Outras ameaças documentadas incluem uma tentativa de roubar uma arma em Las Vegas, um roubo de empilhadeira para atingir a comitiva presidencial e o envio de uma carta contendo ricina. Também foram registrados complôs de assassinato por encomenda supostamente apoiados pelo Irã e um incidente em Mar-a-Lago em 2026.
A recorrência de incidentes violentos ligados a Donald Trump, como o ocorrido no Jantar dos Correspondentes da Casa Branca, sugere um padrão de ameaças e violência ao longo de sua trajetória. O tiroteio no prestigiado evento, com a presença de altos funcionários, levantou questões sobre violência política, segurança e controle de armas nos EUA. Apesar da escalada e da frequência desses eventos, o presidente Trump declarou que não tem planos de reduzir suas aparições públicas.
The Guardian World • 26 abr, 15:46
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