Os Estados Unidos, sob a administração do presidente Donald Trump, aprovaram a ampliação dos métodos de execução da pena de morte para incluir o fuzilamento para presos federais. A medida, que segue uma ordem do governo para agilizar a aplicação da pena capital, funciona como uma diretriz para os estados, visto que a pena de morte é descentralizada no país e cinco estados já permitem o fuzilamento.
A decisão gerou fortes críticas de organizações de direitos humanos, como a Anistia Internacional, e do Partido Democrata, que a classificaram como "cruel, imoral e discriminatória". Globalmente, a pena de morte é aplicada em 46 países, e 23 deles utilizam o fuzilamento, incluindo nações como China e Coreia do Norte, que mantêm os números em sigilo. Em 2024, pelo menos 1.500 pessoas foram executadas em todo o mundo, com a maioria dos casos concentrada no Irã, Arábia Saudita e Iraque. No Brasil, a pena de morte é proibida, exceto em caso de guerra declarada, sendo uma cláusula pétrea da Constituição.
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