Uma juíza federal barrou o pedido de pena de morte contra Luigi Mangione, acusado de assassinar o CEO da UnitedHealthcare, frustrando uma tentativa do governo Trump e mantendo a possibilidade de prisão perpétua.
Um juiz federal nos Estados Unidos impediu que promotores federais buscassem a pena de morte contra Luigi Mangione, acusado de assassinar o CEO da UnitedHealthcare, Brian Thompson. A decisão da juíza distrital Margaret Garnett representa um revés para a administração Trump, que havia manifestado a intenção de retomar as execuções federais. A juíza rejeitou duas acusações federais de homicídio por falha técnica, argumentando que não se enquadram na definição legal de crime violento, mas Mangione ainda enfrenta acusações de perseguição, que podem resultar em prisão perpétua sem condicional.
Luigi Mangione, de 27 anos, declarou-se inocente das acusações de homicídio em níveis federal e estadual. Brian Thompson foi morto em 4 de dezembro de 2024, em Manhattan, e as munições usadas no crime continham mensagens críticas à negação de indenizações por seguradoras. Mangione foi preso cinco dias após o incidente, e a Procuradora-Geral Pam Bondi havia anteriormente ordenado a busca pela pena de morte contra ele.