A Casa da Moeda dos Estados Unidos está sob escrutínio por supostamente adquirir ouro de cartéis de drogas colombianos e de casas de penhores estrangeiras, e, posteriormente, vendê-lo como ouro 'americano'. A denúncia, revelada por uma investigação jornalística, aponta para uma falha na cadeia de suprimentos e na declaração de origem do ouro. Um repórter rastreou a rota do ouro desde uma mina ilegal na Colômbia, ligada a cartéis de drogas, até as instalações da Casa da Moeda em West Point, N.Y., apesar da instituição ser legalmente obrigada a vender apenas ouro de origem doméstica e legal.
A prática ocorre em um cenário de alta nos preços do metal precioso, que tem sido apontado como um fator que contribui para a falha das regulamentações da indústria. A situação levanta sérias questões sobre a origem do ouro que entra no mercado e a conformidade ética e legal das operações da instituição, destacando a dificuldade em rastrear a proveniência de metais preciosos e a vulnerabilidade das cadeias de suprimentos a atividades ilícitas. A comercialização de ouro de origem duvidosa como um produto legítimo pode ter implicações significativas para a reputação da Casa da Moeda e para a integridade do mercado global de ouro.
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