O rearmamento global tem levado ao aumento das dívidas nacionais e à maior vulnerabilidade econômica de países como o Brasil. Nos últimos cinco anos, metade das nações do mundo elevou seus orçamentos militares, revertendo uma tendência de declínio nos gastos pós-Guerra Fria. Em 2024, quase 40% dos países destinaram mais de 2% de seu Produto Interno Bruto (PIB) para a defesa, um aumento significativo em relação a 2018.
Esse cenário de gastos militares crescentes contribui diretamente para o endividamento dos países. Para o Brasil, essa dinâmica global pode resultar em uma posição de maior fragilidade econômica e geopolítica, exigindo atenção às implicações financeiras e estratégicas do rearmamento em escala mundial.
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