A indústria de defesa brasileira vive um momento de expansão, consolidando-se como um player relevante no mercado global de armamentos. Em 2025, o setor alcançou a marca histórica de US$ 3,1 bilhões em exportações, acompanhando um aumento de 13% nos gastos militares internos. O movimento é sustentado por grandes contratos, como a venda do cargueiro C-390 da Embraer para os Emirados Árabes, e pela injeção de capital privado em empresas estratégicas, exemplificada pelo aporte de R$ 300 milhões liderado por Joesley Batista para a retomada da Avibras. Embora o crescimento sinalize o fortalecimento da base industrial de defesa, analistas alertam para os riscos geopolíticos e de segurança pública associados à exportação de armamentos para regiões instáveis, bem como a possibilidade de que parte desse material retorne ao país por meio de redes de crime organizado.
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