Líderes da França e da Grécia declararam que o investimento da União Europeia em defesa não tem como objetivo substituir a OTAN, mas sim fortalecer a capacidade do continente de gerir sua própria segurança. A iniciativa visa atender a um antigo pedido dos Estados Unidos para que a Europa aumente seus gastos e capacidades de defesa, assumindo maior responsabilidade por sua proteção.
Ambos os países enfatizam que, apesar dos esforços para desenvolver uma defesa europeia mais robusta, a OTAN permanece a principal aliança de segurança para seus membros. O foco é em fortalecer as capacidades defensivas internas da UE, complementando, e não substituindo, o papel fundamental da aliança transatlântica.
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