O secretário Pete Hegseth iniciou a revisão das forças dos EUA na Europa e exige que aliados europeus assumam maior responsabilidade pela própria defesa.
O secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, formalizou em Bruxelas o início de uma revisão estratégica de seis meses sobre a presença militar americana na Europa. Durante o encontro, Hegseth criticou a postura de aliados da Otan, citando especificamente a falta de acesso a bases europeias durante o recente conflito com o Irã como um ponto de atrito. O secretário defendeu a transição para uma 'Otan 3.0', estruturada como uma aliança de linha dura que exige que os países europeus assumam a responsabilidade primária por sua própria segurança.
A iniciativa reflete a intenção da administração Trump de redirecionar recursos estratégicos para o Indo-Pacífico, com um orçamento de defesa projetado em US$ 1,5 trilhão para 2027. Além da reestruturação da aliança, Washington avalia a redução de ativos militares, como navios e caças, em cenários de crise no continente. A presença contínua dos EUA na região está agora condicionada à disposição dos membros da Otan em aumentar seus investimentos e garantir suporte logístico irrestrito aos interesses americanos.
SCMP - World • 18 jun, 06:46
NPR World • 18 jun, 05:59
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