O mercado brasileiro de Exchange Traded Funds (ETFs) experimentou um crescimento de 70% entre janeiro de 2025 e março de 2026, consolidando-se como uma "febre" no setor financeiro. Atualmente, a B3 lista 189 ETFs, ou 398 incluindo BDRs de ETFs. Esse avanço é impulsionado por uma combinação de fatores, incluindo vantagens tributárias, como a ausência de come-cotas e IOF, e mudanças no modelo de remuneração de distribuidores para o formato "fee based".
No primeiro trimestre de 2026, os ETFs registraram a segunda maior captação líquida entre os fundos, com R$ 15,5 bilhões direcionados principalmente a ETFs de renda fixa. A ineficiência de alguns fundos tradicionais e a experiência positiva com ETFs de renda fixa têm acelerado a migração de investidores. O setor espera uma flexibilização regulatória por parte da CVM para ETFs de gestão ativa, o que pode impulsionar ainda mais o crescimento, com gestoras como XP Asset, Itaú Asset e Galapagos Capital já expandindo suas ofertas.
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