O mercado brasileiro de ETFs de renda fixa registrou uma expansão expressiva, atingindo a marca de R$ 51 bilhões em patrimônio. Esse movimento, que representa um crescimento de quase seis vezes desde dezembro de 2024, reflete uma mudança na preferência dos investidores, que agora priorizam a facilidade operacional e a eficiência tributária desses ativos. A transição para o modelo de remuneração fee-based tem sido um catalisador importante, incentivando assessores a recomendar ETFs devido à maior transparência e à ausência da cobrança de come-cotas. Embora o cenário seja positivo, gestores alertam que a redução das taxas de administração é necessária para aumentar a competitividade frente aos fundos tradicionais de alta renda. O mercado agora mantém o foco nas definições regulatórias que permitirão o lançamento de ETFs de crédito privado, um passo estratégico para diversificar ainda mais as opções disponíveis aos investidores.
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